Home Data de criação : 09/06/30 Última atualização : 11/10/17 18:49 / 4 Artigos publicados

Diagrama do TSURU  escrito em terça 30 junho 2009 19:41

Blog de tsuru :tsuru, Diagrama do TSURU

aqui vai um diagrama para se fazer o TSURU.

caso seja seu primeiro Tsuru, faça em um papel grande, facilita bastante para entender as bibras.

E não se  esqueça que, vincar bem, é muito impostante.

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Kusudama  escrito em terça 30 junho 2009 19:27

Blog de tsuru :tsuru, Kusudama
Do japonês Kusu (remédio) e Dama (bola), é um origami modular, antigamente usado no Japão para remédios ou ervas aromáticos que era postos dentro do Kusudama.
Além de elementos decorativos, os kusudama também são associados, no arquipélago, a eventos comemorativos, como o internacionalmente conhecido Tanabata Matsuri (Festival das Estrelas) – celebrado anualmente no mês de julho (no Brasil, comemora-se o festival no bairro da Liberdade) – além de inaugurações, formaturas, casamentos, etc.

Os kusudama de Tanabata também podem ser chamados de fukinagashi (flâmulas), preservando o formato similar dos originais chineses, enfeitados com flores e com tiras de papel (tanzaku) penduradas. A criação dos famosos kusudama do Tanabata Matsuri de Sendai, província de Miyagi (que também podem ser apreciados no Festival das Estrelas da Liberdade), é atribuída ao comerciante da cidade de Ichibanchô, Kengoro Mori, que, em 1946, se inspirou na beleza das dálias de seu jardim para confeccionar, em papel, enfeites tão vistosos, que acabaram sendo adotados para o Tanabata de sua região.
Quando utilizados para eventos comemorativos, os kusudama ganham o nome de waridama (wari = waru = partir, cortar), pois são “partidos” ao meio, como uma espécie de balão surpresa, soltando tiras e confetes coloridos de papel e, no meio do balão partido, vê-se a mensagem relacionada ao festejo dependurada. Dependendo da comemoração, o kusudama pode ganhar formatos variados, abrindo-se em forma de sino ou coração, para casamentos, ou quaisquer outras formas que lembrem os homenageados.

O Cordão

O simbolismo do cordão abaixo do kusudama pode ser explicado da seguinte forma: Imagine o kusudama como uma esfera contendo a energia da cura, o cordão serve para dirigir essa energia para a pessoa abaixo ou para o ambiente. Normalmente esse cordão é feito apenas com um pompom que, por seus fios, ajuda a distribuir e espalhar a energia do kusudama.

Kusudamas Atualmente

Atualmente os Kusudamas não possuem mais fins medicinais, alguns dobradores colocam dentro de seus kusudamas cânforas ou essências. Kusudamas podem ser colados, encaixados ou até mesmo costurados.


Origami modular:

Quando confeccionado a partir da junção de módulos dobrados em papel, o kusudama ganha a classificação de origami modular. Os módulos de papel são encaixados para formar uma bola, que, depois de pronta, é pendurada por um fio de seda com tiras coloridas sob ela.
Segundo informações dos artesãos Alexandre e Andréa Iogolia, no site
www.kusudama.origami.nom.br, as primeiras instruções de um kusudama tradicional apareceram no jornal Origami, do NOA (Nippon Origami Association), em 1978, e Makoto Yamaguchi publicou, em 1990, o livro Kusudama Ball Origami, no qual ensina 26 módulos muito interessantes.
Existem modelos de kusudama que vão desde os mais simples (com seis módulos), aos mais complexos (com até 60 módulos, que podem ser colados ou costurados, para formar as fascinantes bolas decorativas, que podem ou não, dependendo de seu formato, comportar um saquinho de sachê dentro delas, exercendo sua função original).

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Lenda do Tsuru  escrito em terça 30 junho 2009 19:19

Blog de tsuru :tsuru, Lenda do Tsuru
Há muito tempo, em uma terra distante, vivia um jovem. Um dia, enquanto trabalhava em sua fazenda, uma ave branca caiu no chão aos seus pés, com uma flecha fincada no meio de sua asa. Pegando-a com cuidado, o jovem tirou a flecha e limpou o machucado. Agradecida, a ave estava apta a voar novamente. Então o jovem mandou-a de volta para o céu, dizendo: "Tome cuidado com os caçadores!". A ave circulou três vezes sobre sua cabeça, deixou uma lágrima como se estivesse agradecendo e foi embora.
Assim que o dia começou a escurecer, o jovem voltou para casa. Quando chegou, ficou surpreso ao encontrar uma linda mulher na porta, que nunca tinha visto antes. "Bem vindo à sua casa, eu sou a sua esposa", disse a mulher. O rapaz ficou surpreso e disse: "Eu sou muito pobre e não posso sustentá-la." A mulher respondeu apontando um pequeno saco. "Não se preocupe, eu tenho muito arroz, estava até fazendo o seu jantar."
O jovem ficou confuso, mas os dois começaram uma vida muito feliz. O saco de arroz, misteriosamente, sempre permanecia cheio.
Um dia a esposa pediu ao rapaz para lhe construir um quarto de costura. Quando ficou pronto, ela disse: "Você deve prometer que nunca vai entrar." Assim ela foi para o quarto de costura. O rapaz esperou pacientemente até ela sair. Finalmente, após 7 dias, o som da máquina parou e sua esposa, que ficou muito magra, apareceu segurando a peça de roupa mais linda que ele já tinha visto. "Pegue essa peça de roupa, e vai vendê-la no mercado por um alto preço", disse ela. No dia seguinte, o jovem levou a roupa para a cidade e a vendeu por várias e várias moedas. Voltou para a casa exultante de alegria!

Um dia a esposa pediu ao rapaz para lhe construir um quarto de costura. Quando ficou pronto, ela disse: "Você deve prometer que nunca vai entrar." Assim ela foi para o quarto de costura. O rapaz esperou pacientemente até ela sair. Finalmente, após 7 dias, o som da máquina parou e sua esposa, que ficou muito magra, apareceu segurando a peça de roupa mais linda que ele já tinha visto. "Pegue essa peça de roupa, e vai vendê-la no mercado por um alto preço", disse ela. No dia seguinte, o jovem levou a roupa para a cidade e a vendeu por várias e várias moedas. Voltou para a casa exultante de alegria!
A esposa então retornou ao quarto para costurar. Curioso em saber como ela costurava roupas tão maravilhosas sem ter comprado uma só linha, o rapaz resolveu dar uma espiada no quarto, e se surpreendeu. Em pé, perto da porta, descobriu o segredo da esposa. Foi um grande choque!
No seu lugar estava a ave que ele havia salvado, sentada à maquina, costurando roupas com suas próprias penas, em vez de linhas. A ave, como notou a presença do rapaz, disse: "Eu sou a ave que você salvou. Queria recompensá-lo me tornando sua esposa, mas agora você descobriu a minha verdadeira forma e não posso ficar mais aqui."
Assim, com mais uma roupa pronta em suas mãos, ela disse: "Eu deixo isto para você lembrar de mim."
A ave então, deixou cair mais uma lágrima e voou em direção ao céu desaparecendo para sempre.


Simbologia do TSURU (Grou)
A figura do Tsuru em Origami é uma das mais populares.
A sua forma básica serve de base para outras figuras de papel, desde animais até plantas.
Antigamente costumava-se pendurar estas aves de papel, no teto, para distrair as crianças, especialmente os bebês.
Eram oferecidas também nos templos e altares, juntamente com as orações, para pedir proteção.
Acredita-se que originalmente elas tinham apenas a função decorativa, e só mais tarde foram associadas às orações.
Atualmente, nas festas de Ano Novo, casamento, nascimento e em comemorações festivas em geral, a figura do Grou está presente nos enfeites ou nas embalagens de presentes, simbolizando saúde e fortuna. Costuma-se dizer que esta ave é o símbolo da longevidade. Quando uma pessoa se encontra hospitalizada, oferece-se mil dobraduras de Grou para que ela se restabeleça o quanto antes. Ao dobrar cada figura, a pessoa deposita nela toda a fé e esperança na recuperação do doente.
Nos monumentos a Paz em Hiroshima, onde caiu a bomba atômica há vários conjuntos de mil Grous, vindos de todas as partes do Japão. São feitos por alunos de escolas, associações, enfim por um grupo de pessoas que se uniram para pedir uma coisa: Paz.
Para a confecção destas mil aves é preciso união, esforço e fé de muitas pessoas formando-se assim uma corrente de pensamento positivo.

Lenda dos 1000 Tsurus
Obs: Trata-se de uma lenda, por tanto, pode haver variações sem mudar o conteúdo principal.

O tsuru feito de papel se tornou símbolo de paz recentemente, como resultado da história de uma jovem japonesa chamada Sadako Sasaki.
Sadako nasceu em 1943. Tinha 2 anos quando a bomba atômica foi lançada em Hiroshima - Japão, em 6 de Agosto de 1945. Muitos vizinhos de Sadako morreram, mas Sadako não tinha se ferido. Ela cresceu. Sadako era uma garota forte, corajosa e praticava atletismo. Em 1955, depois de participar de uma grande corrida e fazer seu time vencer, ela se sentiu extremamente cansada e com tonturas. Depois que a tontura passou, Sadako pensou que devia ser apenas consequencia do esforço para corrida.
Um dia Sadako voltou a sentir muita tontura e não conseguiu levantar. Foi levada ao hospital e diagnosticada com Leucemia, a "doença da bomba atômica".
A melhor amiga de Sadako, Chizuko foi visitá-la no hospital. Levou-lhe papéis de origami e contou-lhe sobre uma velha lenda japonesa, a dos 1000 tsuru. Chizuko explicou que o tsuru é uma sagrada ave japonesa, vive 1000 anos e que se uma pessoa dobrasse 1000 tsuru de papel teria um desejo concedido. Sadako ficou com esperança de que os deuses concedecem-na a cura e então pudesse correr novamente. Assim, Sadako passou a dobrar os tsuru de papel, sua família frequentemente visitava-a no hospital, consersava e ajudava Sadako a dobrar os tsuru. No entanto antes de completar os 1000 ela veio a falecer, no dia 25 de Outubro de 1955, aos 12 anos.

O principal dessa história é que ela nunca desistiu. Ela continuou a dobrar os papéis enquanto morria.
Inspirados na sua coragem e força, Seus amigos e colegas de sala montaram um livro com as cartas escritas por ela e publicaram. Dessa maneira, eles começaram o sonho de construir um monumento para Sadako e para todas as crianças que faleceram devido a bomba atômica. Jovens japoneses passaram a arrecadar dinheiro para esse projeto.
Em 1958, a estátua de Sadako segurando um tsuru dourado foi construído no Parque da Paz em Hiroshima. As crinças também fizeram um desejo, escreveram na estátua e leram-no:

"Esse é o nosso grito. Essa é a nossa reza. Paz no mundo!"

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historia do origami  escrito em terça 30 junho 2009 19:03

HISTÓRIA DO ORIGAMI


A origem exata do origami é desconhecida, mas acredita-se que tenha surgido como uma decorrência natural da invenção e divulgação do papel, e ainda segundo alguns pesquisadores está relacionada com um costume ou crença religiosa de épocas passadas.
Mesmo sem saber quem tenha criado, alguns origami vem sendo transmitidos de geração em geração até os dias de hoje.
Não se sabe quem foi o criador de muitos origami, pois muitos deles foram passados por várias pessoas até a forma final. Isto ocorreu com a criação do "orizuru", e acredita-se que esta era a essência do origami, a união de várias pessoas para a criação. Pode-se dizer que estes origami são uma das heranças peculiares mais antigas do país.
Há criações mais recentes de origami, mesmo assim deve-se ter muito respeito com os origami mais antigos. Não basta fazer algumas modificações nos origami já existentes e depois dizer que esta é uma criação de um determinado autor. Se isto for feito e aceito por nós estaremos danificando o nosso próprio patrimônio. Para que isto não ocorra devemos deixar bem claro para o conhecimento de todos a partir de onde é a criação deste autor.
Até agora dissemos que não se sabe a origem do origami, mas não há dúvidas de que se desenvolveu no Japão e, mesmo sendo desenvolvido também em outros países o nome origami é compreendido em todo lugar.
Segundo alguns estudiosos as primeiras figuras de origami surgiram na antigüidade, por volta do século VI, quando um monge budista trouxe para o Japão o método de fabricação do papel da China, via Coréia, onde até então não era conhecido.

Recortavam-se os papéis quadrados ou retângulos em forma de raio, dobrando-se a seguir em formato de tempo, ou de nusa ou shide, objetos utilizados durante as cerimônias. E ainda, nos Katashiro utilizado em harai, bonecos de papel utilizados no Hinamatsuri (festival das bonecas), o monkirigata que é o protótipo do emblema, todos eles eram feitos seguindo o método kirikomiorigami, que quer dizer origami com recortes.
"Os katashiro são, ainda hoje, colocados nos templos xintoístas no lugar da divindade, tomando a sua forma. O mais antigo katashiro de origami se encontra no Ise Jingu, província de Mie, portanto se diz que a história do origami é tão antiga quanto a história do Japão."(Kanegae,1988)

Estes tipos de origami são considerados um clássico da arte, e vem sendo ensinado até hoje aos alunos na Escola Ogasawara de etiquetas.
Outro origami formal utilizado até os dias de hoje é o noshi, um ornamento colocado sobre o embrulho de presente, significando que a pessoa deseja muita fortuna para a pessoa presenteada. Os japoneses diziam que todo presente deveria ser embrulhado em papel puramente branco, e como não é possível, utilizasse o noshi simbolizando este branco do costume japonês. A raça japonesa considera o branco como algo sagrado. Dizem que no mundo os japoneses e coreanos são os únicos povos que adoram o branco.
Se formos analisar o conceito do origami dá-nos a impressão de ser algo fácil e "bobinho". Mas os princípios básicos ditam que o origami deve ser confeccionado a partir de um papel plano, bidimensional, a fim de que o resultado seja um objeto com três dimensões. Isto ainda sem utilizar-se de outros materiais como tesoura, cola ou similares.
A partir do século XVII, estas rígidas regras foram um pouco alteradas, dando a liberdade de se utilizar pequenos cortes desde que isto seja feito no início do origami.

O origami recreativo conhecido atualmente teve origem na Era Heian (794-1192), época em que o origami deixa de ser formal para ser mais recreativo, evoluindo para as formas de garças, barco e bonecas.
Segundo pesquisador conceituado das origens do origami, professor Massao Okamura de 65 anos, o origami teve início no século XVII pelos samurais. Foram eles que deram os primeiros passos para o formato dos origami atuais. E o interessante, é que ao contrário dos dias de hoje, em que o origami é visto como uma atividade infantil, até meados do início do século XIX, era considerado como um passatempo divertido e interessante restrito aos adultos, principalmente devido ao valor muito caro da matéria-prima.
A partir da fabricação do papel no Japão, a população japonesa passa a conhecer e aprimorar o origami, e transmitindo de pai para filho.
Durante a Era Edo (1590-1868), o origami passa a ser praticado principalmente pelas mulheres e crianças independente da classe social.
Até o final desta era, foram criados aproximadamente setenta tipos de origami, tais como o "tsuru"(conhecida também como cegonha e grou), sapo, íris, lírio, navio, cesta, balão, homem, etc. Estes receberam a denominação de origami, "origaka", "orisue", "tatami-gami", etc.

Na era Meiji (1868-1912) o origami voltou a ser ensinado nas escolas, após sofrer grandes influências do método de origami alemão. Isto porque o origami floresceu no Japão em outros países também ocorreu o mesmo, como na Espanha, onde os primeiros origamis foram introduzidos pelos Mouros no século VIII.

Os origamis de origem ocidental apresentavam as formas geométricas como característica predominante, enquanto que as do Japão sempre foram mais figurativas, ou seja, imitando formas de animais, pessoas, flores, etc. Por este motivo em uma determinada época o origami foi bastante criticado, pois acreditava-se que era uma arte imitativa, mas só com o tempo que se provou o contrário.
Há um registro de que no século XVIII, um grupo de japoneses se apresentaram em Paris, demonstrando vários origamis, como o tradicional Tsuru. Como fruto deste intercâmbio, em 1886, surgiu na literatura inglesa o origami de um pássaro voando.
Enquanto o intercâmbio internacional tornava o origami conhecido em todo o mundo, após a I Guerra Mundial as aulas de origami foram eliminadas das escolas japonesas, alegando que eram consideradas não-didáticas para o sistema educacional. Este tema ainda vem sendo discutido, pois depois desta retirada o origami se tornou restrito à crianças e ambientes familiares.

 A primeira referência sobre a tradição das 1.000 grous se encontra relatada no livro “Senbazuru Orikata” (Dobradura de 1.000 garças) de Ro Ko Na, publicado em 1797. Nessa época, o papel utilizado era o “washi”, artesanal, fino e resistente, cuja fabricação data do período Nara (710 – 794). Hábeis artistas podiam obter de 10 a 100 garças em uma única folha de papel, conforme dobras e cortes que efetuassem.
Ainda hoje, o método básico – tipo grou– estabelecido pelo “Senbazuru” obedece a mesma seqüência. (Ver a instrução em em diagramas).
Há ainda outros dois livros que são considerados relíquias da arte do origami: o “Orikata Tehon Tyusingura” (Manual para dobrar figuras da peça kaburi Tyusingura) datado de 1800 e o “Kayaraso”, de 1845.
O primeiro que aborda um épico famoso no Japão – o dos 47 samurais que vingam a honra de seu suserano afrontada injustamente – foi impresso em xilogravura, em folhas avulsas de 45 x 30 cm. Num total de 12 folhas duplas, elas trazem de um lado, o desenho do cenário e das posições dos artistas; de outro, a maneira de dobra-los.

O segundo, “Kayaraso”, de autoria de Kazuyuki Adachi, é uma compilação de todas as informações possíveis sobre origami, recolhidas até aquela data. Trata-se de um importante livro, pois traz o modo de dobrar os utilizadíssimos “noshi”.
“Noshi” são envelopes artisticamente dobrados em fino papel artesanais, nas cores vermelho e dourado, e que encerram algum valor em dinheiro. São utilizados até hoje para comemorar nascimentos, casamentos, o dia das meninas (Hinamatsuri dia 3 março) e como oferendas religiosas nos templos shintoístas.
O “Kayaraso” ainda traz dobraduras para aranha, macaco, camarão e bonecos principalmente para o Dia das Meninas totalizando 36 modelos, dos quais muitos foram explorados no presente livro, comprovando sua atualidade.
Finalmente, existem ainda os “origami tsuki” que funcionavam como um selo de qualidade, conferindo autenticidade a documentos de valor (apólices de seguros, escrituras, doações etc) ou atestando a origem do fino trabalho dos artesãos de espadas. Também eram usados em oferendas religiosas nos templos.

Como se pode depreender do exposto, é difícil dissociar o origami do cotidiano japonês. Desde os imemoriais tempos em que, guardar um quimono, pela manhã e à noite, era uma verdadeira aula de origami e até hoje, quando o manuseio de minúsculos componentes eletrônicos exige a total exploração da chamada motricidade fina.

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